FOLÍVOROS

Folivores

Popularmente conhecidos como preguiças, são representados atualmente apenas por espécies arbóreas de pequeno porte. No passado sua diversidade incluía espécies de médio a grande porte, de hábitos terrestres, escavadoras, semi-aquáticas e até marinhas. O Brasil registra o registro mais rico e diversificado dessas espécies. Compartilham uma ancestralidade comum mais próxima com os tamanduás - cujo registro paleontológico no Brasil abrange apenas restos associados a espécies ainda viventes. 

Popularly known as sloths, they are currently represented only by small arboreal species. In the past, their diversity included medium to large-sized species - among terrestrial, digger, semi-aquatic and marine forms. Brazil has the richest and most diversified record of them. Sloths share a close common ancestor with anteaters - but paleontological record of their insectivore cousins in Brazil includes only living species (giant anteaters, collared anteaters and silky anteaters) remains.
 
 

Octodontobradys puruensis
Pliomorphus sp
Protomegalonyx sp
Iporangabradys colecti
Megalonyx sp
Megalonychops primigenius
Australonyx aquae
Xenocnus cearensis
Ahytherium aureum
Megatherium americanum
Eremotherium laurillardi
Planops sp
Hapalops indifferens
Nothrotherium maquinense
Nothrotherium escrivanense
Catonyx cuvieri
Scelidotherium magnum
Ocnopus gracilis
Valgipes bucklandii
Urumacotherium campbelli
BLOQUEADO
BLOQUEADO
BLOQUEADO
BLOQUEADO
BLOQUEADO
BLOQUEADO

PARA SABER MAIS  find more about

BARGO, M.S. 2003. Biomechanics and palaeobiology of the Xenarthra: the state of the art (Mammalia: Xenarthra). Senckembergiana Biologica. Frankfurt: Senckemberg Museum, 83: p.41-50.

 

CARTELLE, C. 1994. Tempo passado: mamíferos do Pleistoceno de Minas Gerais. Belo Horizonte: Editora Palco, 131p.

 

CARTELLE, C. 2000. Preguiças terrícolas, essas desconhecidas. Ciência Hoje. Rio de Janeiro: Instituto Ciência Hoje, 27 (1): p.18-35.

 

CARTELLE, C. 2012. Das grutas à luz: Os mamíferos pleistocênicos de Minas Gerais. Belo Horizonte: Editora Bicho do Mato, 236p.

 

CARTELLE, C.; BOHORQUEZ, G.A. 1984. Pampatherium paulacoutoi, uma nova espécie de tatu gigante da Bahia, Brasil (Ledentata, Dasypodidae). Revista Brasileira de Zoologia. Curitiba: Sociedade Brasileira de Zoologia, 2 (4): p.229-254.

 

CARTELLE, C.; DE IULIIS, G. 1995. Eremotherium laurillardi: the Panamerican late Pleistocene Megatheriid sloth. Journal of Vertebrate Paleontology. Bethesda: SVP, 15 (4): p.830-841.

 

CARTELLE, C.; DE IULIIS, G. & PUJOS, F.A. 2008. A new species of Megalonychidae (Mammalia, Xenarthra) from the Quaternary of Poço Azul (Bahia, Brazil). Comptes Rendus Paleovol. Amsterdam: Elsevier, 7: p.335-346.

 

COZZUOL, M.A. 2006. The Acre Vertebrate Fauna: Diversity and Geography. Journal of South American Earth Sciences. Amsterdam: Elsevier, 21: p.185-203.

 

DE IULIIS, G.A. 1996. Systematic Review of the Megatheriinae (Mammalia: Xenarthra: Megatheriidae). Tese (Doutorado). Toronto: University of Toronto, 805p.

 

FERNICOLA, J.C. 2005. Análisis filogenético de la familia Glyptodontidae Gray, 1869. Tese (Doutorado). Montevideo: Universidad de la República, 131p.

 

FORASIEPI, A.; MARTINELLI, A.; BLANCO, J. (ilust). 2008. Bestiario Fosil: Mamiferos del Pleistoceno de la Argentina (3ed.). Buenos Aires: Albatros Ediciones, 190p. 

 

GALLO, V.S.B.; SILVA, H.M., BRITO, P.M.; FIGUEIREDO, F.J. (orgs.). 2012. Paleontologia de Vertebrados: Relações entre América do Sul e África. Rio de Janeiro: Interciência, 336p.

 

GARDNER, A.L. 2007. Mammals of South America Vol.1: Marsupials, Xenarthrans, Shrews and Bats. Chicago: University of Chicago Press, 669p.

 

HAAG, N.A. 2009. Paleoecologia do Mioceno Superior da Amazônia Sul-Ocidental. Dissertação (Mestrado). Rio Branco: Universidade Federal do Acre, 73p.

 

HOORN, C.; WESSELINGH, F. 2010. Amazonia, Landscape and Species Evolution: A Look into the Past. Oxford: Wiley-Blackwell Publishers, 464p.

 

LOPES, R.P.; PEREIRA, J.C. 2010. Fósseis de Scelidotheriinae Ameghino, 1904 (Xenarthra, Pilosa) em depósitos pleistocênicos do Rio Grande do Sul, Brasil. Journal of Geoscience. São Leopoldo: Universidade do Vale do Rio dos Sinos, 6 (1): p.44-52.

 

MCKENNA, M.C.; BELL, S.K. 1997. Classification of Mammals Above the Species Level. New York: Columbia University Press, 631p.

 

OLIVEIRA, E.V. 1996. Mamíferos Xenarthra (Edentata) do Quaternário do Estado do Rio Grande do Sul. Ameghiniana. Buenos Aires: Asociación Paleontológica Argentina, 33: p. 65-75.

 

PAULA-COUTO, C. 1953. Paleontologia Brasileira: Mamíferos. Rio de Janeiro: Instituto Nacional do Livro, 521p.

 

PAULA-COUTO, C. 1979. Tratado de Paleomastozoologia. Rio de Janeiro: Academia Brasileira de Ciências, 590p.

 

PITANA, V.G. 2011. Estudo do gênero Glossotherium Owen, 1840 (Xenarthra, Tardigrada, Mylodontidae), pleistoceno do estado do Rio Grande do Sul, Brasil. Dissertação (Mestrado). Porto Alegre: Universidade Federal do Rio Grande do Sul, 183p.

 

PORPINO, K.O.; FERNICOLA, J.C.; BERGQVIST, L.P. 2009. A New Cingulate (Mammalia: Xenarthra), Pachyarmatherium brasiliense sp. nov., from the Late Pleistocene of Northeastern Brazil. Journal of Vertebrate Paleontology. Bethesda: SVP, 29 (3): p.881-893.

 

RANZI, A. 2000. Paleoecologia da Amazônia: Megafauna do Pleistoceno. Florianópolis: Universidade Federal de Santa Catarina, 101p.

 

SANCHEZ-VILLAGRA, M.R.; AGUILERA, O.; CARLINI, A.A. (orgs.). 2010. Urumaco and Venezuelan Paleontology: The Fossil Record of the Northern Neotropics (Life of the Past). Bloomington: Indiana University Press, 304p.

 

TOLEDO, P.M. 1996. Locomotory patterns within the Pleistocene sloths. Tese (Doutorado). Boulder: University of Colorado, 316p.

 

VIZCAINO, S.F.; LOUGHRY, W.J. (orgs.). 2008. The Biology of the Xenarthra. Gainsville: University of Florida Press, 640p.