CLADÍSTIOS

Cladistians
Os cladístios constituem uma linhagem de actinopterígios cuja história evolutiva teve início por volta de 110 milhões de anos atrás: os mais antigos registros paleontológicos deste grupo, por acaso, foram encontrados em depósitos sedimentares do nordeste brasileiro. São conhecidas atualmente 10 espécies viventes, todas exclusivas do continente africano -  onde habitam principalmente charcos e alagadiços. Além do corpo alongado, das escamas rígidas e da barbatana dorsal formada por numerosos segmentados sustentados por espinhos, os cladístios distinguem-se de outros actinopterígios por possuírem um esqueleto apenas parcialmente ossificado - o que explica a quase total ausência de espécimes fósseis completos e bem preservados - e por respirarem exclusivamente através de pulmões, à maneira dos vertebrados terrestres.
 
 
Cladistians constitute an actinopterygian lineage whose evolutionary history began around 110 million years ago: the oldest paleontological records of this group can be found in sedimentary deposits of northeastern Brazil. Currently there are 10 known living species, all inhabiting the African swamps and wetlands. The elongated body, rigid scales and numerous dorsal fins supported by bone rays distinguishes cladistians from other actinopterygian, as well as their partially-ossified skeleton - which explains the almost total absence of well preserved specimens - and the obligatory air-breathing, like all terrestrial vertebrates.

PARA SABER MAIS  find more about

BARTON, M. 2006. Bond’s Biology of Fishes (3ed.). New York: Thomson Brooks, 912p.

 

BENTON, M. J. 1998. The quality of the fossil record of vertebrates. In: Donovan, S.K.; Paul, C.R.C. (orgs.) The adequacy of the fossil record. New York: Wiley, p.269-303.

 

BENTON, M.J. 2005. Vertebrate Palaeontology (3ed.). Oxford: Blackwell Publishing, 455p.

 

BOND, E.C. 1996. Biology of Fishes (2ed.). Orlando: Saunders College Publisher, 750p.

 

DUTRA, M.F.A.; MALABARBA, M.C. 2001. Peixes do Albiano-Cenomaniano do Grupo Itapecuru no Estado do Maranhão, Brasil. In:  Rossetti, D.F.; Góes, A.M.; Truckenbrodt, W.  (orgs.) O Cretáceo da Bacia de São Luís-Grajaú. Belém: MPEG, p.191-208.

 

EUGÊNIO, W.S. 1994. Caracterização Geopaleontológica do Cretáceo da baía de São Marcos, Maranhão, Brasil. Dissertação (Mestrado). Rio de Janeiro: Universidade Federal do Rio de Janeiro, 75p.

 

HICKMAN, C.P.; ROBERTS, L.S.; LARSON, A.L. 2004. Princípios Integrados de Zoologia (11ed.). Rio de Janeiro: Guanabara-Koogan, 846p.

 

MAISEY, J.G. 1996. Discovering Fossil Fishes. New York: Henry Holt & Co, 223p.

 

NELSON, J.S. 2006. Fishes of the World (4ed.). New York: Wiley, 624p.

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