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RINCOCÉFALOS

Rhynchocephalians
 
Tendo surgido há aproximadamente 245 milhões de anos, os rincocéfalos sobrevivem hoje representados por somente duas espécies - conhecidos como tuataras - encontrados em algumas das ilhas que formam a Nova Zelândia. No passado, entretanto, os rincocéfalos foram muito mais diversificados, sendo conhecidas mais de uma dezena de espécies fósseis. Embora superficialmente semelhantes aos lacertílios (lagartos), os rincocéfalos constituem uma linhagem distinta, que possui características próprias em sua estrutura dentária, sensorial e até mesmo reprodutiva.
 
Emerging about 245 million years, rhynchocephalians survive today represented by two living species - known as tuataras - found in some of the New Zealand islands only. In the past, however, rhynchocephalians were much more diversified, being known more than a dozen fossil species. Although superficially similar to lacertilians (lizards), rhynchocephalians constitute a distinct lineage with their own dental, sensory and reproductive features.

PARA SABER MAIS  find more about

ARANTES, B.A.; SOARES, M.B.; SCHULTZ, C.L. 2009. Clevosaurus brasiliensis (Lepidosauria, Sphenodontia) do Triássico Superior do Rio Grande do Sul: anatomia pós-craniana e relações filogenéticas. Revista Brasileira de Paleontologia. Porto Alegre: Sociedade Brasileira de Paleontologia, 12 (1): p.43-54.

 

BENTON, M.J. 2005. Vertebrate Palaeontology (3ed.). Oxford: Blackwell Publishing, 455p.

 

CARRION, M.T.; BLOB, R.W.; GAUDIN, T.J.; WIBLE, J.R. 2006. Amniote Paleobiology: Perspectives on the Evolution of Mammals, Birds, and Reptiles. Chicago: University of Chicago Press, 448p.

 

GALLO, V.S.B.; SILVA, H.M., BRITO, P.M.; FIGUEIREDO, F.J. (orgs.). 2012. Paleontologia de Vertebrados: Relações entre América do Sul e África. Rio de Janeiro: Interciência, 336p.

 

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ROSA, A.A.S. (org.). 2009. Vertebrados Fósseis de Santa Maria e Região. Santa Maria: Pallotti, 478p.

 

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