ASPIDORRINQUIFORMES

Aspidorhinchiforms
Os aspidorrinquiformes foram comuns nas águas costeiras de ambos os hemisférios entre 165 e 66 milhões de anos atrás. Hoje a linhagem está completamente extinta, não tendo deixado descendentes diretos. São conhecidos diversos exemplos de espécimes bem preservados de aspidorrinquiformes, o que nos permite saber muito sobre sua aparência e comportamento quando em vida. O corpo alongado e hidrodinâmico sugere um nado veloz e ampla capacidade de executar manobras rápidas debaixo da água; o focinho longo, pontiagudo e sem dentes conferia vantagem na captura de suas presas. Fósseis excepcionalmente bem preservados já revelaram momentos flagrantes da vida destes peixes, incluindo tentativas frustradas de caça que eventualmente os conduzia à morte. 
 
 
Aspidorhinchiforms were common along the coastal waters of both hemispheres, from 165 to 66 million years ago. Today they are completely extinct and had not left direct living descendants.  Many examples of well-preserved specimens have been found, which allows us to know many things about their life appearance and behavior. The elongated and hydrodynamic body suggests a fast swim and broad ability to perform quick maneuvers underwater; the long, pointed and toothless snout gave advantage in capturing their prey. Exceptionally well preserved fossils have shown flagrant moments of their lives, including failed attempts to hunt that eventually led them to death.

PARA SABER MAIS  find more about

BARTON, M. 2006. Bond’s Biology of Fishes (3ed.). New York: Thomson Brooks, 912p.

 

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BRITO, P.M.; MEUNIER, F.J. 2000. The morphology and histology of the scales of Aspidorhynchidae (Actinopterygii, Halecostomi). Geobios. Amsterdam: Elsevier, 33 (1): p. 105-111.

 

BRUNO, A.P.S.; HESSEL, M.H. 2006. Registros paleontológicos do Cretáceo marinho na Bacia do Araripe. Estudos Geológicos. Recife: Universidade Federal de Pernambuco, 16 (1): p.30-49.

 

GALLO, V.S.B.; SILVA, H.M., BRITO, P.M.; FIGUEIREDO, F.J. (orgs.). 2012. Paleontologia de Vertebrados: Relações entre América do Sul e África. Rio de Janeiro: Interciência, 336p.

 

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