Visitantes desde 08 de Fevereiro de 2016

Visitors since February 08, 2016

A reprodução ou publicidade de seu conteúdo são permitidas apenas para finalidade educativa, desde que citada a fonte.

Reproduction or publicity of any of content  are allowed exclusively for educational purposes, with mention about the source .

 

CONDRÍCTIOS

Chondrichthyans
Embora sua origem seja remota, os condríctios sobrevivem até os dias atuais representados por tubarões, raias e quimeras. Sua principal feição encontra-se no esqueleto, quase todo formado por cartilagem. Menos resistente que o osso, a cartilagem se degenera rapidamente após a morte do animal, dificultando sua fossilização. Por essa razão exemplares de condríctios com esqueletos bem preservados são extremamente raros. Já seus dentes, formados por componentes muito resistentes, costumam ser abundantes nos registros sedimentares. No Brasil fósseis de condríctios são comuns em quase todos os estados, encontrados em camadas sedimentares formadas em antigos ambientes de água doce e também marinhos.
 
 
Despite their remote origin chondrichthyans survive to the present day represented by sharks, rays and ratfishes. Their main feature is in their skeleton, almost all composed by cartilage. Less resistant than bone, cartilage degenerates quickly after the animal's death, what difficultes fossilization. For this reason chondrichthyans with well-preserved skeletons are extremely rare. Their teeth, however, are often found in sedimentary rocks, because they are formed by very resistant components. Fossils of chondrichthyans are common in almost every Brazilian state, found in sedimentary layers formed in ancient freshwater as well as marine environments.

PARA SABER MAIS  find more about

BARTON, M. 2006. Bond’s Biology of Fishes (3ed.). New York: Thomson Brooks, 912p.

 

BENTON, M. J. 1998. The quality of the fossil record of vertebrates. In: Donovan, S.K.; Paul, C.R.C. (orgs.) The adequacy of the fossil record. New York: Wiley, p.269-303.

 

BENTON, M.J. 2005. Vertebrate Palaeontology (3ed.). Oxford: Blackwell Publishing, 455p.

 

BOND, E.C. 1996. Biology of Fishes (2ed.). Orlando: Saunders College Publisher, 750p.

 

GALLO, V.S.B.; SILVA, H.M., BRITO, P.M.; FIGUEIREDO, F.J. (orgs.). 2012. Paleontologia de Vertebrados: Relações entre América do Sul e África. Rio de Janeiro: Interciência, 336p.

 

LONG, J.A. 1996. The Rise of Fishes: 500 Million Years of Evolution. Baltimore: The John Hopkins University Press, 224p.

 

LECOINTRE, G.; LE GUYADER, H. 2007. The Tree of Life: A Phylogenetic Classification. Cambridge: Harvard University Press, 560p.

 

MAISEY, J.G. 1991. Santana Fossils: An Illustrated Atlas. Neptune City: T.F.H. Publications, 459p. 

 

MAISEY, J.G. 1996. Discovering Fossil Fishes. New York: Henry Holt & Co, 223p.

 

NELSON, J.S. 2006. Fishes of the World (4ed.). New York: Wiley, 624p.