XENARTROS

Xenartrans
Os xenartros constituem uma linhagem de mamíferos nativos da América do Sul que surgiu por volta de 60 milhões de anos atrás - em um momento anterior ao surgimento do Istmo do Panamá, quando as porções norte e sul das Américas permaneciam isoladas uma da outra. Xenartros são classificados como placentários, grupo que reúne a maior parte das espécies de mamíferos que conhecemos - e atualmente abrangem preguiças (folívoros), tamanduás (vermilínguas) e tatus (cingulados). No passado, entretanto, sua diversidade foi ainda maior, incluindo animais de grande tamanho tais como as chamadas "preguiças-gigantes" e os "tatus-gigantes" (gliptodontes e pampatérios) - cujos fósseis são frequentemente encontrados em cavernas e cacimbas de praticamente todos os estados brasileiros.
 
 
Xenarthrans comprises a south american native mammalian lineage that appeared around 60 million years ago - in a time before the emergence of the Panama Isthmus, when the North and South Americas were separated from each other. Xenarthrans are classified as placentarians, a group that gathers most of the mammalian known species - and currently include sloths, anteaters and armadillos. Long time ago, however, their diversity was even higher, including large-sized animals like "giant sloths" and "giant armadillos" (glyptodonts and pampatheres) - whose fossils are often found in caves and natural wells from virtually all Brazilian states.
 
 
 
Proeocoleophorus carlinii

Eocoleophorus glyptodontoides

Neoglyptatelus originalis

Pachyarmatherium brasiliense

Chlamydotherium sp

Machlydotherium sp

Holmesina paulacoutoi

Holmesina cryptae

Kraglievichia sp

Pampatherium typum

Pampatherium humboldtii

Asterostemma sp

Glyptodon clavipes

Glyptodon reticulatus

Glyptotherium sp

Paraglyptodon sp

Boreostracon oliveirai

Doedicurus clavicaudatus

Neosclerocalyptus sp

Hoplophorus euphractus

Panochthus tuberculatus

Panochthus greslebini

Panochthus rochai

Plohophorus sp

Parapanochthus oliveirarochai

Parapanochthus jaguaribensis

Neuryurus sp

Neothoracophorus elevatus

Neothoracophorus depressus

Octodontobradys puruensis

Protomegalonyx sp

Pliomorphus sp

Iporangabradys colecti

Megalonyx sp

Megalonychops primigenius

Australonyx aquae

Ahytherium aureum

Xenocnus cearensis

Megatherium americanum

Eremotherium laurillardi

Eremotherium lundi

Eremotherium rusconii

Planops sp

Hapalops indifferens

Nothrotherium maquinense

Catonyx cuvieri

Scelidodon piauiense

Scelidotherium magnum

Ocnopus gracilis

Valgipes bucklandii

BLOQUEADO

BLOQUEADO

BLOQUEADO

BLOQUEADO

BLOQUEADO

BLOQUEADO

BLOQUEADO

BLOQUEADO

BLOQUEADO

BLOQUEADO

BLOQUEADO

BLOQUEADO

BLOQUEADO

BLOQUEADO

BLOQUEADO

BLOQUEADO

BLOQUEADO

PARA SABER MAIS  find more about

BARGO, M.S. 2003. Biomechanics and palaeobiology of the Xenarthra: the state of the art (Mammalia: Xenarthra). Senckembergiana Biologica. Frankfurt: Senckemberg Museum, 83: p.41-50.

 

CARTELLE, C. 1994. Tempo passado: mamíferos do Pleistoceno de Minas Gerais. Belo Horizonte: Editora Palco, 131p.

 

CARTELLE, C. 2000. Preguiças terrícolas, essas desconhecidas. Ciência Hoje. Rio de Janeiro: Instituto Ciência Hoje, 27 (1): p.18-35.

 

CARTELLE, C. 2012. Das grutas à luz: Os mamíferos pleistocênicos de Minas Gerais. Belo Horizonte: Editora Bicho do Mato, 236p.

 

CARTELLE, C.; BOHORQUEZ, G.A. 1984. Pampatherium paulacoutoi, uma nova espécie de tatu gigante da Bahia, Brasil (Ledentata, Dasypodidae). Revista Brasileira de Zoologia. Curitiba: Sociedade Brasileira de Zoologia, 2 (4): p.229-254.

 

CARTELLE, C.; DE IULIIS, G. 1995. Eremotherium laurillardi: the Panamerican late Pleistocene Megatheriid sloth. Journal of Vertebrate Paleontology. Bethesda: SVP, 15 (4): p.830-841.

 

CARTELLE, C.; DE IULIIS, G. & PUJOS, F.A. 2008. A new species of Megalonychidae (Mammalia, Xenarthra) from the Quaternary of Poço Azul (Bahia, Brazil). Comptes Rendus Paleovol. Amsterdam: Elsevier, 7: p.335-346.

 

COZZUOL, M.A. 2006. The Acre Vertebrate Fauna: Diversity and Geography. Journal of South American Earth Sciences. Amsterdam: Elsevier, 21: p.185-203.

 

DE IULIIS, G.A. 1996. Systematic Review of the Megatheriinae (Mammalia: Xenarthra: Megatheriidae). Tese (Doutorado). Toronto: University of Toronto, 805p.

 

FERNICOLA, J.C. 2005. Análisis filogenético de la familia Glyptodontidae Gray, 1869. Tese (Doutorado). Montevideo: Universidad de la República, 131p.

 

FORASIEPI, A.; MARTINELLI, A.; BLANCO, J. (ilust). 2008. Bestiario Fosil: Mamiferos del Pleistoceno de la Argentina (3ed.). Buenos Aires: Albatros Ediciones, 190p. 

 

GALLO, V.S.B.; SILVA, H.M., BRITO, P.M.; FIGUEIREDO, F.J. (orgs.). 2012. Paleontologia de Vertebrados: Relações entre América do Sul e África. Rio de Janeiro: Interciência, 336p.

 

GARDNER, A.L. 2007. Mammals of South America Vol.1: Marsupials, Xenarthrans, Shrews and Bats. Chicago: University of Chicago Press, 669p.

 

HAAG, N.A. 2009. Paleoecologia do Mioceno Superior da Amazônia Sul-Ocidental. Dissertação (Mestrado). Rio Branco: Universidade Federal do Acre, 73p.

 

HOORN, C.; WESSELINGH, F. 2010. Amazonia, Landscape and Species Evolution: A Look into the Past. Oxford: Wiley-Blackwell Publishers, 464p.

 

LOPES, R.P.; PEREIRA, J.C. 2010. Fósseis de Scelidotheriinae Ameghino, 1904 (Xenarthra, Pilosa) em depósitos pleistocênicos do Rio Grande do Sul, Brasil. Journal of Geoscience. São Leopoldo: Universidade do Vale do Rio dos Sinos, 6 (1): p.44-52.

 

MCKENNA, M.C.; BELL, S.K. 1997. Classification of Mammals Above the Species Level. New York: Columbia University Press, 631p.

 

OLIVEIRA, E.V. 1996. Mamíferos Xenarthra (Edentata) do Quaternário do Estado do Rio Grande do Sul. Ameghiniana. Buenos Aires: Asociación Paleontológica Argentina, 33: p. 65-75.

 

PAULA-COUTO, C. 1953. Paleontologia Brasileira: Mamíferos. Rio de Janeiro: Instituto Nacional do Livro, 521p.

 

PAULA-COUTO, C. 1979. Tratado de Paleomastozoologia. Rio de Janeiro: Academia Brasileira de Ciências, 590p.

 

PITANA, V.G. 2011. Estudo do gênero Glossotherium Owen, 1840 (Xenarthra, Tardigrada, Mylodontidae), pleistoceno do estado do Rio Grande do Sul, Brasil. Dissertação (Mestrado). Porto Alegre: Universidade Federal do Rio Grande do Sul, 183p.

 

PORPINO, K.O.; FERNICOLA, J.C.; BERGQVIST, L.P. 2009. A New Cingulate (Mammalia: Xenarthra), Pachyarmatherium brasiliense sp. nov., from the Late Pleistocene of Northeastern Brazil. Journal of Vertebrate Paleontology. Bethesda: SVP, 29 (3): p.881-893.

 

RANZI, A. 2000. Paleoecologia da Amazônia: Megafauna do Pleistoceno. Florianópolis: Universidade Federal de Santa Catarina, 101p.

 

SANCHEZ-VILLAGRA, M.R.; AGUILERA, O.; CARLINI, A.A. (orgs.). 2010. Urumaco and Venezuelan Paleontology: The Fossil Record of the Northern Neotropics (Life of the Past). Bloomington: Indiana University Press, 304p.

 

TOLEDO, P.M. 1996. Locomotory patterns within the Pleistocene sloths. Tese (Doutorado). Boulder: University of Colorado, 316p.

 

VIZCAINO, S.F.; LOUGHRY, W.J. (orgs.). 2008. The Biology of the Xenarthra. Gainsville: University of Florida Press, 640p.

Visitantes desde 08 de Fevereiro de 2016

Visitors since February 08, 2016

A reprodução ou publicidade de seu conteúdo são permitidas apenas para finalidade educativa, desde que citada a fonte.

Reproduction or publicity of any of content  are allowed exclusively for educational purposes, with mention about the source .

 

Pliomorphus sp